Milagres Ainda Acontecem
Em 6/12/2009 por: Rogério Lelis Rocha
Iahweh01@yahoo.com.br
1ª Igreja Presbiteriana
Uberaba / MG
Rogério estava realizando em Belo Horizonte o curso para especialistas
em saúde do Corpo de bombeiros.
Em uma das vezes que veio a sua casa em casa, sentiu o chamado de
Deus em seu coração quando ouvia a música “Cordeiro
de Deus”, começou a sentir uma profunda tristeza por
seus muitos pecados, por suas infidelidades, e não sendo capaz
de resistir, chorou diante do Senhor, rogando o seu perdão,
sentindo o Seu chamar, não lhe resistiu.
Deus o chamava não por naquele momento ver virtudes nele, mas
sim porque tinha um propósito a realizar por meio de dele.
Rogério foi informado que sua prima Patrícia, grávida
já de oito meses, tinha recebido de seu médico após
um exame de ultra-sonografia, uma triste notícia, seu bebê
apresentava uma visível malformação, suas pernas
não haviam se desenvolvido e era bem provável que o
bebê também tivesse outros problemas internos, em seus
órgãos, o que impossibilitaria a sua sobrevivência
após o seu nascimento.
Ele sentiu que Deus estava tocando o seu coração para
visitá-la, falar-lhe de como Ele o havia usado para curar seu
filho Davi e que Jesus queria novamente usá-lo para agora curar
o fruto do ventre de sua prima.
Ele hesitou, pois temia “pagar mico”, não queria
encher sua prima de falsa esperança e também não
queria fazer papel de bobo ou fanático.
Foi então que Deus o fez lembrar que Ele não estava
pedindo para que se firmasse em suas próprias idéias
e emoções, mas na pessoa de Jesus Cristo. Se alguém
deveria se sentir envergonhado, este alguém era Jesus e não
ele. Pois era afirmação dEle e não sua que Jesus
tem poder para curar todo e qualquer doente. Isso o libertou da covardia
que sentia.
Após algumas tentativas, finalmente conseguiu marcar uma visita,
onde ele, sua esposa como também sua mãe, foram à
casa de sua prima Patrícia. Lá chegando, Rogério
contou-lhes de como Deus havia tido misericórdia por Davi seu
filho e de como Senhor o curara, também lhes disse que Deus
tinha o propósito de fazer o mesmo pelo bebê que Patrícia
trazia em seu ventre, e com a sua autorização ele a
ungiu com óleo e pelo milagre orou.
No caminho de volta para casa, ele sentia-se constrangido, pois, de
certa forma, ainda temia que o laudo médico se confirmar-se.
No mês seguinte Patrícia daria a luz a uma linda e saudável
menina.